Joaquim Alessi
Em nota divulgada na tarde desta qunta-feira (04.06), de Corpus Christi, o presidente estadual do PSBD, Paulo Serra, nega, em primeiro lugar, o que se pode classificar de uma “cristianização tucana” no projeto pelo Palácio dos Bandeirantes.
No dicionário político, o termo cristianização é definido, por exemplo, quando há o abandono, público ou dissimulado, de uma candidatura em benefício de outra.
Foi criado, portanto, em 1950, após o candidato mineiro à Presidência da República, Cristiano Machado, ter a candidatura abandonada para favorecer Getúlio Vargas.
No caso de Paulo Serra, algumas veiculações de recuo (que ele nega) podem, em resumo, levar ao entendimento de uma certa cristianização.
Ou seja, seu nome estaria colocado, mas não teria a campanha levada à frente. O que ele nega, peremptoriamente em nota.
Leia a íntegra de sua nota:
“PRÉ-CANDIDATURA DO PSDB AO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO
“A informação que houve recuo da Executiva Estadual do PSDB de São Paulo de sua pré-candidatura ao comando do Palácio dos Bandeirantes não procede. O partido está, neste momento, concentrado na construção desta pré-candidatura para as Eleições de 2026, ampliando alianças e dialogando com diferentes setores da sociedade e das forças políticas.
Não existe nenhuma reunião pré-agendada ou já marcada da Federação PSDB-Cidadania para tratar de uma possível desistência. Trata-se de uma discussão que, simplesmente, não está no radar dos tucanos.
Hoje, o foco do PSDB segue sendo a construção de um projeto consistente para São Paulo, que priorize qualidade em Gestão Pública, desenvolvimento e olhar humanizado para a população.”
PAULO SERRA
Presidente da Executiva Estadual do PSDB de São Paulo, Vice-Presidente do PSDB Nacional, e Pré-Candidato ao Governo do Estado de São Paulo“
