São Caetano ultrapassa 50% da população vacinada contra a covid-19

In Canto do Joca, Saúde On
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Prefeito Tte Campanella. Fotos: Letícia Teixeira/PMSCS

Cidade que mais vacina na Grande São Paulo, São Caetano do Sul já tem mais da metade da população vacinada contra a covid-19.

Nesta quinta-feira (1º.07), o município ultrapassou, em primeiro lugar, os 50% dos moradores que já receberam a primeira dose ou a dose única (61,3% da população adulta).

Desde 19 de janeiro, quando iniciou a imunização, São Caetano já aplicou, acima de tudo, 117 mil doses, sendo 81 mil primeiras doses.

Além de superar os 50% da população vacinada com a primeira dose, a cidade, além disso, tem 22% dos moradores com a imunização completa (com as duas doses ou dose única).

“A vacinação é a melhor estratégia para combater a pandemia. Portanto, atender ao chamado quando for a vez do seu grupo é fundamental para conquistarmos a tão desejada imunidade. Medida necessária para seguirmos para a nova normalidade”, afirma, em suma, o prefeito Tite Campanella.

Já foram vacinadas, portando, pessoas com 44 anos ou mais; com comorbidades com 18 anos ou mais; profissionais da Saúde; profissionais da Educação; profissionais da Segurança Pública; alunos dos cursos de Medicina e de Odontologia da USCS; pessoas com deficiência; gestantes e puérperas; pessoas transplantadas; pacientes renais em diálise; cuidadores de idosos; idosos asilados e funcionários de Instituições de Longa Permanência; e funcionários de funerárias e cemitérios.

Nesta sexta-feira (02.07), como resultado, será iniciada a imunização das pessoas com 40 anos ou mais.

São Caetano foi, acima de tudo, a primeira cidade do Brasil a utilizar a vacina da Janssen. E foi polo de testes do imunizante da Johnson & Johnson e da CoronaVac. “Estamos muito orgulhosos em contribuir com o avanço da ciência, que está salvando milhões de vidas mundo afora e nos ajudando a ter vacinas para todos”, conclui Tite.

Sommeliers de vacina no fim da fila

Nesta quinta-feira a Prefeitura iniciou, da mesma forma, a estratégia de deslocar para o fim da fila da imunização os ‘sommeliers de vacina’, como são conhecidas as pessoas que se recusam a se vacinar contra a covid-19 por conta dos laboratórios de origem de determinados imunizantes.

O comportamento atrasa a vacinação em massa e, em conclusão, coloca vidas em risco.

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