Mauá é a primeira cidade do Estado a aderir ao Plano Juventude Negra Viva

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Fotos: PMM

Audiência Pública para pactuação teve a presença, acima de tudo, do secretário nacional Tiago Santana e do consultor da ONU Gabriel Eduardo

A audiência pública de Pactuação do Plano Juventude Negra Viva, na quinta-feira (25.06), na Câmara Municipal, teve a presença, em primeiro lugar, do secretário Nacional de Políticas de Ações Afirmativas, Combate e Superação do Racismo, Tiago Santana, e do consultor da Organização das Nações Unidas (ONU) e do Ministério da Igualdade Racial do Governo Federal, Gabriel Eduardo.

Ela marcou, em suma, o início da adesão ao Plano Juventude Negra Viva em Mauá.

Mauá é a primeira cidade do Estado de São Paulo a aderir ao plano.

Isso fortalece a implementação de políticas públicas de combate à violência contra a juventude negra.

Trata-se de empenho da Prefeitura de Mauá, por meio da Secretaria de Relações Institucionais.

A audiência contou, além disso, com a presença de autoridades e representantes de movimentos, organizações e coletivos de juventude.

Todos na luta pela igualdade racial em Mauá, como o Conselho Municipal de Promoção da Igualdade Racial e Étnica e do Conselho Municipal de Juventude.

Política federal

O Plano Juventude Negra Viva (PJNV) é uma política pública federal do governo brasileiro.

É coordenada pelo Ministério da Igualdade Racial e pela Secretaria-Geral da Presidência da República.

O objetivo central do plano é combater a violência letal e a vulnerabilidade social que afetam jovens negros de 15 a 29 anos, populações historicamente mais atingidas pelo racismo estrutural, sobretudo em territórios com altos índices de letalidade.

Para isso, os temas da segurança pública, saúde, educação, geração de emprego e renda, cultura, esporte e assistência social são desenvolvidos nos territórios.

O Programa Juventude Viva (PJV) está sob a coordenação da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) e pela Secretaria Nacional de Juventude (SNJ).

Inclusão social, participação da sociedade civil, políticas de igualdade racial e avaliação e monitoramento dos dados estão entre os principais objetivos do programa.

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