Da terra para a vida: alunos de Ribeirão Pires colhem batata-doce e aprendem sobre emoçõesAtividade com estudantes do 5º ano da Escola Municipal Engenheiro Carlos Rohm I transformou a horta em espaço de aprendizagem sobre paciência, cooperação e gratidão
Mãos na terra, olhos atentos e, acima de tudo, muita expectativa para descobrir o que estava escondido debaixo do solo.
Foi assim que os alunos do 5º ano A da Escola Municipal Engenheiro Carlos Rohm I participaram, nesta quinta-feira (20.08), de uma experiência inédita.
A mesma uniu, em primeiro lugar, natureza, aprendizado e sentimentos: a colheita da batata-doce e o cultivo das emoções.
A atividade foi desenvolvida com estudantes de 9 e 10 anos pela professora Elisangela, carinhosamente chamada de Kika Copini.
Tudo dentro do componente curricular de Desenvolvimento Socioemocional.
Mais do que descobrir o tamanho das batatas que cresceram na horta, a proposta convidou as crianças a perceberem que algumas coisas precisam de tempo, cuidado e dedicação antes de aparecerem.
Durante a colheita, os alunos trabalharam juntos, dividiram descobertas e exercitaram, na prática, valores como paciência, cooperação e gratidão.
“A própria batata-doce serviu como ponto de partida para conversar sobre processos que nem sempre são visíveis: assim como a raiz cresce debaixo da terra antes de ser colhida, sentimentos, aprendizados e relações também precisam ser cultivados diariamente”, disse o Coordenador Pedagógico Valdemar Filho.
A vivência reforça o trabalho desenvolvido pela rede municipal de ensino de Ribeirão Pires.
O objetivo é ampliar a aprendizagem para além dos conteúdos tradicionais.
Sempre oferecendo experiências que contribuam para a formação integral dos estudantes.
E, da mesma forma, para o desenvolvimento de habilidades importantes para a convivência dentro e fora da escola.
