Professores da rede municipal de São Caetano são finalistas do Prêmio Ciência Para Todos

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Fotos: Divulgação/PMSCS

A rede municipal de ensino de São Caetano do Sul emplacou, em primeiro lugar, três professores finalistas na edição 2025 do Prêmio Ciência Para Todos, promovido pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo) e pelo Canal Futura, da Fundação Roberto Marinho.

A premiação valoriza, acima de tudo, pesquisas que incentivam a investigação científica entre estudantes da rede pública, tendo como tema nesta edição “Um Mundo Melhor para Todos”, com base nos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da ONU (Organização das Nações Unidas).

Ao todo, 100 docentes de 50 municípios paulistas avançaram, portanto, para a etapa final, entre eles Rosivaldo Bernardo da Silva Júnior, da EMEFM Arquiteto Oscar Niemeyer, Márcio Albuquerque da Silva, da EMEF Ângelo Raphael Pellegrino, e Laís Cristina de Souza, da EMEF Oswaldo Samuel Massei.

Os projetos foram desenvolvidos, por exemplo, junto aos estudantes, e tratam de desafios práticos ligados à sustentabilidade, tecnologia e ciência aplicada ao cotidiano.

Na EMEFM Arquiteto Oscar Niemeyer, o professor Rosivaldo Júnior orienta o projeto que utiliza a produção de vídeos – roteirizados, gravados e editados pelos alunos – para envolver a comunidade nos debates sobre os ODS. O nome do projeto é “Curtidas que Transformam”.

“A nossa ideia não é só fazer o vídeo, mas, principalmente, ver o quanto esse tipo de produção pode impactar nos hábitos da sociedade. Após a fase de publicação, entra a etapa da pesquisa científica, em que os estudantes vão investigar os impactos e efeitos provocados pelos vídeos”, explica.

Cuidado com os jardins

Já na EMEF Ângelo Raphael Pellegrino, o professor Márcio Albuquerque conduz a iniciativa “Irrigação Inteligente em Hortas e Jardins Escolares”, que integra as oficinas de robótica e iniciação científica com alunos do 5º e 6º anos.

O projeto propõe soluções para o cuidado com os jardins da escola por meio de um sistema automatizado de irrigação com programação.

“A ideia é que os próprios alunos sejam protagonistas na criação do protótipo, que, se aprovado nos testes, será implantado na escola”, destaca o professor. “Fiquei muito feliz com a classificação deste projeto. E estou animado também com outros projetos que podemos realizar colocando os estudantes como protagonistas.”

Na EMEF Oswaldo Samuel Massei, a professora Laís Cristina de Souza coordena o projeto “DNA da Sustentabilidade: Ciência com Sucata”. A proposta utiliza materiais recicláveis e de baixo custo para transformar conceitos científicos em experiências práticas e lúdicas. “Foi muito gratificante ver nossa classificação sem correções, uma validação importante do trabalho que já realizamos na oficina de laboratório da escola”, conta Laís. “Com muito empenho e dedicação, trago a ciência de forma lúdica e acessível.”

Os finalistas têm até 29 de setembro para concluir a jornada formativa e enviar o relatório de implementação e o registro audiovisual dos projetos.

Seis iniciativas, em conclusão, serão premiadas – três do Ensino Fundamental e três do Ensino Médio.

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