Prefeitura de São Caetano prorroga o contrato de Mães Acolhedoras para até o fim de novembro

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Fotos: Gabriela Gonçalves / PMSCS

O prefeito, Tite Campanella, anunciou na tarde desta quarta-feira (20.8) a prorrogação do contrato de 188 participantes do Programa Mães Acolhedoras de São Caetano do Sul por mais três meses, até 30 de novembro – o vínculo se encerraria em 30 de agosto.

A novidade foi apresentada, em primeiro lugar, em encontro no Espaço Municipal das Telhas, no Bairro Cerâmica.

O Mães Acolhedoras tem o objetivo, acima de tudo, de conceder atenção social especial a mulheres em situação de vulnerabilidade, especialmente àquelas sem emprego e renda, integrantes de famílias economicamente desamparadas, promovendo reinserção profissional.

As participantes realizam, por exemplo, atividades na rede municipal de ensino.

Atividades como a organização e o cuidado das hortas escolares, além da ajuda no momento de alimentação dos alunos.

Portanto é, também, uma forma de aproximar as famílias da comunidade escolar.

“Vocês fazem grande diferença na Educação de São Caetano do Sul, premiada nacionalmente. Por isso queremos que continuem conosco”, afirmou Tite Campanella, antecipando que o programa será aprimorado para 2026 – novas vagas deverão ser abertas no primeiro semestre.

“São exemplos de solidariedade e humanidade, que inspiram toda a nossa comunidade. Desenvolvem trabalho essencial, que se reflete em sorrisos, em histórias que recomeçam e em vidas que ganham novos significados”, considerou o secretário municipal de Assistência e Inclusão Social, Thiago Mata.

Auxílio

As participantes recebem auxílio correspondente a um salário-mínimo nacional vigente (R$ 1.518,00), além de garantia de seguro de vida coletivo.

Mais de 800 mulheres já participaram do programa.

“É um trabalho de extrema importância, que vai além das atribuições previstas em lei. Com o acolhimento, fortalecem vínculos com os alunos, contribuindo para que saiam da escola melhores do que entraram”, atestou o secretário municipal de Educação, Fabiano Augusto João.

As participantes externaram a alegria com a prorrogação. “Esse programa chegou em um momento difícil, de separação do marido e de desemprego. Então me ajuda muito, e busco retribuir isso às crianças. A gente não imagina como é a escola sem participar. Estou muito feliz em continuar”, afirmou Simone Tiago, de 57 anos, que atua na EMEI (Escola Municipal de Educação Infantil) José Ferrari, no Centro.


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