O papel dos cães no combate ao câncer de mama

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(Foto: Divulgação/ROYAL CANIN®)

Royal Canin apoia iniciativa que revela o potencial dos pets na identificação precoce da doença 

Em meio às campanhas de conscientização do Outubro Rosa, uma abordagem inovadora se destaca na luta contra o câncer de mama: o uso de cães treinados para detectar a presença de células cancerígenas em estágio inicial.

Com seu olfato apurado, esses pets têm se mostrado verdadeiros aliados no diagnóstico precoce da doença.

O Projeto KDOG Brasil, lançado em 2018 em parceria com a Sociedade Franco-Brasileira de Oncologia (SFBO) e com o apoio da Royal Canin Brasil, é baseado em pesquisas e metodologias desenvolvidas e iniciadas na França.

A iniciativa oferece uma alternativa não tecnológica e não invasiva para o diagnóstico do câncer de mama, a partir de odores específicos emitidos pelo corpo humano, mas não envolvendo contato direto entre o animal e o paciente.

Com cães das raças Pastor Holandês, Braco Alemão e Pastor Alemão, dentre outras, inclusive cães sem raça definida, o projeto utiliza a odorologia canina, técnica na qual os animais são treinados para identificar odores específicos associados às células cancerígenas em lenços de suor.

O método é capaz de detectar mais de 40 tipos de câncer de mama, além da diabetes e o vírus da Covid 19, demonstrando o poder transformador da colaboração entre seres humanos e animais.

Promoção da saúde

“A parceria com o Projeto KDOG Brasil reflete nosso compromisso com a promoção da saúde e dos reais benefícios da interação humano-animal. A iniciativa demonstra a importância dos pets em nossas vidas e em prol da saúde humana, neste caso para o diagnóstico precoce do câncer de mama. Graças ao apurado olfato de cães treinados, é possível acelerar o diagnóstico e, consequentemente, o tratamento”, afirma Carla Pistori, Diretora de Assuntos Corporativos da Royal Canin Brasil.

O treinamento é conduzido por uma equipe multidisciplinar composta por médicos, oncologistas e Médicos-Veterinários. Por meio de um rigoroso processo de memorização olfativa, os animais detectam alterações imperceptíveis no odor dos pacientes, mesmo antes dos tumores serem identificados por métodos tradicionais. Essa abordagem oferece uma solução complementar aos diagnósticos convencionais, especialmente em locais com infraestrutura médica limitada.

“Com o treinamento adequado, os cães conseguem identificar mudanças mínimas no odor que indicam a presença de células cancerígenas, antes mesmo dos exames tradicionais detectarem o tumor. O trabalho de biodetecção tem uma acertabilidade média de 98%, comprovada cientificamente e seguindo parâmetros do KDOG França, destaca Leandro Lopes, Cinotécnico Responsável pelo Projeto KDOG Brasil.

O projeto tem como objetivo treinar mais animais e ampliar o suporte ao Sistema Único de Saúde (SUS), com a expectativa de beneficiar cada vez mais pacientes em todo o País.

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