Liberada via para tráfego no Complexo Maurício de Medeiros

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Foto: Alex Cavanha/PMSA

Projeto contempla, acima de tudo, melhorias viárias, além de intervenções em drenagem e no saneamento na região do Jardim Irene e Cata Preta

Moradores do Jardim Irene, Cata Preta e adjacências, em Santo André, foram beneficiados nesta sexta-feira (31.01).

Em primeiro lugar, com a liberação da primeira pista do Complexo Maurício de Medeiros, com 1,3 quilômetro de extensão.

A obra tem por objetivo, em suma, levar soluções ao viário, ao saneamento, à drenagem e à qualidade de vida daquela região.

O prefeito Gilvan Junior esteve no local para liberar, por exemplo, o fluxo de veículos no sentido Centro-Bairro (em direção à Rua dos Ciprestes).

Para esta primeira etapa, a área recebeu, da mesma forma, 1,3 quilômetro de canalização do Córrego Maurício de Medeiros.

Sem contar, além disso, a iluminação em LED, barreiras de proteção, guias, sarjetas e passeios.

“Obra importante para a região, via programa Sanear Santo André. Hoje a gente abre a primeira fase e em junho voltamos para abrir todo o complexo, nos mesmos moldes do Complexo Cassaquera”, enalteceu, em resumo, o prefeito Gilvan.

Continuidade

“Uma obra como esta não se faz em 30 dias. Como este é um governo de continuidade, temos aqui a presença do ex-prefeito Paulo Serra, e seguimos trabalhando no mesmo ritmo, com a mesma intensidade, para beneficiar toda essa região com mobilidade, asfalto, iluminação, tratamento de esgoto e também dignidade”, emendou o chefe do Paço andreense.

Também participaram do evento a vice-prefeita Silvana Medeiros, o secretário de Infraestrutura e Obras, Acacio Miranda, o secretário do Mobilidade Urbana, Almir Cicote, o ex-prefeito Paulo Serra, entre outras autoridades.

“Obras maiores como essa materializam o sentimento que a cidade deseja e que manifestou, de continuidade. E traz uma mudança completa de qualidade a essa região, aos moradores. Algo que pouca gente aqui esperava que sairia do papel e que gerou mais de 30 anos de espera”, destacou o ex-prefeito Paulo Serra.

A obra em sua totalidade prevê as canalizações do Córrego Maurício de Medeiros (que é um afluente do Córrego Guarará) e de um trecho do Córrego André Magini, construção de galerias de microdrenagem e rede de água, 68 bocas de lobo e bocas de leão, além da continuação das vias marginais com travessias para veículos e pedestres sobre o córrego.

Impactos na região

As intervenções deverão minimizar pontos de alagamento históricos daquela região.

E também os reflexos que impactam em outros bairros por onde corre o Córrego Guarará, como Vila Pires e Vila América (região que está sendo contemplada com outras obras de drenagem, como a ampliação da capacidade do reservatório – piscinão – e a construção de sete piscininhas).

Todas as construções objetivam minimizar problemas viários, de infraestrutura e saneamento, em uma região de intenso tráfego e grande densidade populacional.

O descarte irregular de resíduos no Córrego Maurício de Medeiros colocava moradores do entorno sob riscos de contaminação, de infecção por animais, de obstrução do fluxo d’água e consequente alagamento em função de transbordamento e possíveis perdas materiais e humanas.

Também está prevista a construção de um parque linear ao lado da Escola Parque Cata Preta.

O investimento em todo o Complexo Maurício de Medeiros é de aproximadamente R$ 104 milhões.

A verba é oriunda da CAF (Banco Andino de Desenvolvimento da América Latina). As intervenções integram o programa Sanear Santo André.

“Trata-se de um investimento com financiamento internacional e seguimos diversas regras para atender às exigências. Alcançamos aproximadamente 70% da obra e no meio do ano entregamos por completo”, salientou, da mesma forma, o secretário Acacio Miranda.

“E depois que terminarmos e entregarmos a segunda etapa, iniciaremos a reforma da unidade de saúde”, afirmou, em conclusão, Gilvan.

Ele referia-se à modernização da Unidade de Saúde Jardim Irene.

Ela passará pelo processo para se adequar ao programa Qualisaúde, o que já ocorreu, em suma, com a maior parte dos equipamentos de saúde de Santo André. 

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