Comunidades atendidas pelo Moeda Verde recebem representantes de Campinas e Parauapebas

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Fotos: Divulgação/Semasa

Objetivo da troca de experiências é, em primeiro lugar, implementar ações similares nestas cidades

Mais uma vez, o interesse em expandir ações semelhantes ao programa Moeda Verde, que troca resíduos recicláveis por alimentos hórtifrutis, despertou interesse de outros municípios.

Nesta quinta e sexta-feira (23 e 24.05), por exemplo, Santo André recebeu a visita de dois representantes interessados em implementar ação socioambiental semelhante em suas respectivas cidades.

O deputado estadual por Campinas (SP), Rafael Zambaldi, participou da troca no Jardim Cristiane, acompanhado da também deputada estadual e primeira-dama de Santo André, Ana Carolina Barreto Serra, da presidente do Núcleo de Inovação Social, Ana Claudia de Fabris, e da coordenadora operacional do Moeda Verde e gerente de coleta de resíduos sólidos do Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental e Santo André), Flávia Gomes Donon.

Projeto fantástico

“Hoje, tive a oportunidade de conhecer esse projeto social fantástico que tem transformado a vida de muitas pessoas aqui no município de Santo André. Além de impactar na vida de outras pessoas, a ação contribui com a retirada dos resíduos das ruas e dá uma destinação mais adequada. Nós precisamos ter mais exemplos como esse espalhados por todo o Brasil”, destacou, em resumo, o parlamentar.

Já nesta sexta-feira (24), foi a vez do Núcleo Pintassilva receber a visita do assessor técnico do município de Parauapebas (Pará), Luis Eustorgio.

Ele veio buscar em Santo André, portanto, inspirações para sua cidade.

“Ações como essa são como sementes que plantamos para um futuro mais sustentável. É extremamente importante levar exemplos para outros municípios e regiões do país, especialmente com a proximidade da COP 30, que será realizada no Brasil em 2025”, afirmou, da mesma forma, o assessor técnico.

Desde que o Moeda Verde foi lançado em Santo André, em 2017, foi coletada mais de 1,5 tonelada de resíduos recicláveis.

Em troca, mais de 303 toneladas de legumes, frutas e verduras foram distribuídas.

A iniciativa atende 27 comunidades e já recebeu diversos prêmios, sendo recentemente certificada como tecnologia social pela Fundação Banco do Brasil.

 

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