Covid-19 leva Zelão. O primeiro mocotó a gente não esquece.

In Canto do Joca On
- Updated
O primeiro Boteco do Zelão.

Saboreei o primeiro mocotó da vida na esquina da rua João Basso com Marechal Deodoro, em São Bernardo. Jamais o sabor saiu do meu paladar.

Foi, em primeiro lugar, no balcão do Boteco do Zelão. Uma cachacinha “harmonizando” (à época nem imagina esse termo).

Depois de cobrir assembleia no Sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo. Coisa de uns 40 anos atrás.

Zelão cresceu além disso. Teve outra casa na Vergueiro. Depois o “palacete” na Jurubatuba. Com muitos outros pratos de sucesso. Mas a base sempre foi o caldo de mocotó.

Alma de Nordestino, de trabalhador, forjado na luta do dia a dia. Em torno do forno.

Devorei muitos caldinhos, ao lado de saudosos repórteres-fotográficos fantásticos, a exemplo de Reinaldo Martins, João Colovatti, Luciano Vicione (esse ainda entre nós) e outros.

Também em companhia de então líderes sindicais, que preferiam a cachaça com cambuci, a exemplo de Djalma Bom, Nélson Campanholo, Mané Anísio, Expedito Soares, Zé Ferreira, Lula e outros.

Zelão fez história. Teve muita vitória. E para vencer à base de mocotó tem de ter muito tutano.

Mas, infelizmente foi derrotado pela covid-19.

Em conclusão, vamos nos cuidar!

You may also read!

Santo André celebra 40 anos do Aterro Sanitário com entrega de ampliação

Equipamento ganhou, em primeiro lugar, fôlego de mais 2 anos de vida útil com área de 8 mil m²,

Read More...

Coop cria Escola de Açougue para qualificar profissionais e suprir demanda do varejo

Para a nova turma, as inscrições ficam abertas, portanto, até 17 de julho A fim de manter a excelência no

Read More...

Prefeitura de Ribeirão Pires libera novo estacionamento na Vila do Doce

Espaço conta com vagas para carros, motos e pessoas com deficiência, ampliando acesso em um dos principais pontos turísticos

Read More...

Leave a reply:

Your email address will not be published.

Mobile Sliding Menu