Famílias de São Bernardo realizam sonho da casa própria com assinatura de contratos dos residenciais Alvarenga e Esperança

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Fotos: PMSBC

Prefeito Orlando Morando acompanhou avanço do programa de habitação social Carta de Crédito Associativo, que oferece subsídio de até 63%, com prazo de até 30 anos para pagamento

Mais 296 famílias de São Bernardo celebram, acima de tudo, a conquista da casa própria.

Foram contempladas pelo Programa Carta de Crédito Associativo (CCA), numa parceria entre a Prefeitura e a Companhia de Desenvolvimento Habitacional e Urbano (CDHU), do Governo do Estado.

Com isso, assinam contratos de financiamento de seus imóveis em evento realizado no Teatro Inezita Barroso nesta quarta e quinta-feira (11 e 12.01).

A expectativa é a de que os moradores possam se mudar para a casa definitiva em até 24 meses.

Esse é o prazo máximo para a conclusão das obras dos empreendimentos residenciais Esperança A e B, na Vila Esperança, e Alvarenga.

Os condomínios contam, por exemplo, com 176 unidades (88 + 88) e 120 unidades habitacionais, respectivamente.

Acompanhamento

O prefeito de São Bernardo, Orlando Morando, fez questão de acompanhar a assinatura dos contratos de financiamento e parabenizar as famílias pela conquista.

“É resultado de um trabalho sério e que visa a solução habitacional, feito em parceria pela Prefeitura e Governo do Estado, e que permitirá que essas famílias, removidas de áreas de risco e hoje em aluguel social, realizem o sonho da casa própria pagando parcelas com valor mensal de até 20% da renda familiar líquida, ou seja, de, no máximo, R$ 400”, observa o chefe do Executivo.

A ação social de habitação contempla famílias de São Bernardo que foram removidas de áreas de risco nos núcleos Vila Esperança, Pedreira, Alvarenga Peixoto, Divinéia Pantanal e Ipê e é destinada aos moradores provenientes dos programas Renda Abrigo e Auxílio Moradia Emergencial (AME), com renda mensal bruta de até cinco salários mínimos.

Uma das contempladas é, acima de tudo, a aposentada Conceição Marques dos Santos, 63 anos.

Ela aguarda solução habitacional há 12 anos em auxílio aluguel, quando foi removida de área de risco no Núcleo Pedreira

“É uma vitória de Deus. Vou pagar parcelas que cabem no bolso e ter, finalmente, meu cantinho na Vila Esperança”, destaca.

Os edifícios residenciais contam, portanto, com apartamentos de 47,3 m², onde estão distribuídos dois dormitórios, sala, cozinha, banheiro e lavanderia.

Os empreendimentos também contarão, em conclusão, com playground, quadra esportiva e salão de uso comunitário.

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