Escolas municipais de Santo André utilizam graffiti para abordar identidade sociocultural e manifestação artística

In ABCD On
Fotos: Divulgação

Alunos do ensino fundamental e da Educação de Jovens e Adultos participaram dos projetos na rede municipal

A partir da premissa que o graffiti é uma forma de manifestação artística em espaços públicos, o Centro Público de Formação Profissional (CPFP) Armando Mazzo e a Emeief (Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental) João de Barros Pinto desenvolveram murais e mosaicos como complemento ao conteúdo trabalhado em aula na rede municipal de Santo André.

Os principais temas abordados foram a história e cultura dos povos originários (indígenas e negros).

Além da proposta de divulgar ainda mais as capacitações que ocorrem nestas unidades escolares para alunos da Educação de Jovens e Adultos (EJA), por exemplo.

No CPFP Armando Mazzo a aposta no graffiti ocorreu nos muros externos da escola como estratégia central.

Isso para alcançar a população local e fortalecer a identidade sociocultural da unidade.

Além disso, gerou reflexão com a comunidade escolar sobre quais paredes e desenhos poderiam ser grafitados internamente.

Os alunos da EJA ampliaram conhecimento a partir da cultura, da arte e da leitura por meio dos projetos da escola.

Quarto de Despejo

Neste ano letivo foi apresentado o livro “Quarto de Despejo”, de Carolina Maria de Jesus.

Nele, os discentes tiveram uma grande identificação com a autora e sua história.

Os alunos também vivenciaram outros momentos pedagógicos para enaltecer as culturas.

Principalmente afro-brasileira e indígena, tendo como estratégia a confecção de uma horta, produção de chás e seus benefícios, além do “leituraço”, por exemplo.

Como produto final da atividade, conquistou-se um espaço escolar grafitado como uma leitura social e cultural, além de uma atividade com significado para toda comunidade escolar.

No caso da Emeief João de Barros Pinto, em Utinga, alunos do ensino fundamental e EJA desenvolveram um projeto sobre a história e cultura dos povos originários com a elaboração de um mosaico.

Para chegar neste cenário, foram realizadas rodas de conversas, pesquisas, construção de cartazes, resgate de brincadeiras e jogos de matriz indígena e africana.

Além.por exemplo, da construção do rap indígena e realização de oficinas.

Os alunos foram fotografados e utilizaram, acima de tudo, a própria imagem para compor a arte que foi utilizada na elaboração do mosaico.

Utilizando técnicas de estêncil e outras intervenções, foi montada, em conclusão, a arte que compôs o mosaico na parede do refeitório com o tema “Tonalidades do Brasil”.

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