A Enel Distribuição São Paulo, em parceria com a Prefeitura de São Caetano do Sul, iniciou, em primeiro lugar, o Projeto Árvore Mais Segura, Protegendo Pessoas e a Sua Energia.
Tal ação prevê, acima de tudo, a substituição de árvores que oferecem risco às pessoas e à rede elétrica por espécies nativas adequadas ao ambiente urbano.
A meta, portanto, é substituir pelo menos 100 exemplares na cidade até o fim deste ano, aproveitando o período de menor incidência de chuvas.
Se depender da vontade do prefeito, Tite Campanella, esse número pode subir para 200 ou até 300 árvores.
O projeto é realizado, por exemplo, em conjunto com as prefeituras e contempla a substituição de árvores incompatíveis com a infraestrutura urbana e a rede de distribuição de energia, seja por apresentarem doenças, risco de queda ou interferência direta na rede elétrica.
As novas mudas, como aroeira, pimenteira, jacarandá e pau-cigarra, atingem, em suma, no máximo 9 metros de altura.
Ou seja, ficam abaixo dos 11 metros dos postes da rede elétrica, reduzindo, da mesma forma, o risco de interferências no sistema.
Após a retirada das árvores, o plantio das novas espécies é realizado em até 30 dias, priorizando o local de origem ou áreas próximas à intervenção.
Compareceram à solenidade, além de Tite, o presidente da Enel SP, Guilherme Lencastre; o diretor de Relações Institucionais da Enel Brasil, Ronaldo Souza Camargo; eCompareceram à solenidade, além de Tite, o presidente da Enel SP, Guilherme Lencastre; o diretor de Relações Institucionais da Enel Brasil, Ronaldo Souza Camargo; o diretor de meio ambiente e qualidade, Darcio Dias; e o responsável pela Unidade Territorial da Enel no ABCD, Shigeo Renatinho.
Pau-cigarra marca início
A árvore que deu início ao projeto em São Caetano é um pau-cigarra.
Ela foi plantada por estudantes com a presença do prefeito, Tite Campanella, e dos diretores da Enel na EMEF Leandro Klein (rua Prestes Maia, 100, Nova Gerti), no lugar de uma figueira que apresentava problemas de saúde e atingia a altura da rede de distribuição de energia.
Este tipo de árvore, não nativa do Brasil, passa de 15 metros e tem madeira menos resistente.
Por isso, são comuns incidentes na rede elétrica envolvendo a espécie.
Esse era um temor de pais e professores da EMEF, já que a figueira estava localizada ao lado do parquinho da unidade escolar.
O pau-cigarra plantado é uma árvore presente em todo o País, que se destaca pelas flores amarelas, presentes de janeiro a abril.
Meio Ambiente e Sustentabilidade do Projeto
Além de promover mais segurança elétrica, o projeto contribui para a biodiversidade urbana.
As espécies nativas apresentam melhor adaptação ao solo e ao clima local e favorecem a atração de polinizadores, fortalecendo o ecossistema das cidades.
Tal iniciativa contribui para tornar a rede elétrica mais resiliente e os espaços urbanos mais seguros.
Podas em São Caetano
Além do projeto de substituição de árvores em São Caetano, a Enel mantém um plano anual de podas preventivas em toda a área de concessão.
Em 2025, foram realizadas 650 mil podas nos 24 municípios atendidos pela distribuidora, sendo 244 mil somente na Capital.
Em São Caetano do Sul, a companhia executou 3.045 podas ao longo de 2025. Para 2026, estão previstas mais de 3.200 podas na cidade.
Outras cidades
O Projeto Árvore Mais Segura, Protegendo Pessoas e a Sua Energia foi lançado, portanto, em maio, em Barueri.
Lá, uma árvore de grande porte, morta e com risco de queda, foi substituída por um ipê branco.
Na cidade, serão substituídas 110 árvores.
A ação também já teve início, além disso, em Osasco, com o plantio de um jacarandá no lugar de uma árvore que comprometia a linha elétrica e a calçada no bairro Cipava.
A meta é substituir 100 árvores no município.
