Na Intermodal 2026, Marcelo Zeferino apresenta, em primeiro lugar, a logística ultraexpressa como a “blindagem de faturamento” diante de um cenário global de instabilidades e queda na produção industrial
Em um cenário de margens cada vez mais estreitas e cadeias de suprimentos sob pressão máxima, a logística estratégica torna-se, acima de tudo, uma ferramenta de resiliência financeira.
Na 30ª edição da Intermodal South America 2026, a Prestex, referência em logística ultraexpressa B2B, alerta, portanto, para o impacto invisível das interrupções produtivas: no Brasil, estima-se que a indústria possa perder cerca de R$ 700 mil por hora com paradas não planejadas na produção .
Os dados, baseados em indicadores de produtividade da CNI e consultorias setoriais, refletem uma vulnerabilidade acentuada pelo modelo Just in Time.
Segundo artigo publicado no MIT Center for Transportation and Logistics, embora a redução de estoques eleve a eficiência, ela cria uma dependência crítica de operações logísticas rápidas e precisas.
Quando o fluxo de insumos falha, a orquestra industrial silencia.
Para o CCO da Prestex e especialista em logística, Marcelo Zeferino, essa precisão tem de ser, portanto, interna e externa.
“Reduzir o lead time na indústria exige que a inteligência estratégica comece no inbound. Não basta entregar rápido para o mercado; é preciso garantir que insumos e peças de reposição cheguem também com a agilidade necessária para que a produção não sofra interrupções. A logística ultraexpressa B2B atua exatamente nessa transição, para que o fluxo entre o produto inacabado e o produto acabado seja contínuo e previsível”, afirma.
O risco como novo normal
A urgência de soluções ágeis ganha peso diante dos dados mais recentes do IBGE.
Em fevereiro, o setor industrial apresentou retração de 0,7% na comparação anual, com quedas registradas em nove dos 18 locais pesquisados.
“Em um cenário de desaceleração, o transporte ultraexpresso garante que esses R$ 700 mil por hora fiquem no caixa da empresa, e não no prejuízo”, afirma Marcelo Zeferino, CCO da Prestex.
“A logística ultraexpressa deixou de ser um luxo para se tornar uma necessidade de proteção de ativos e faturamento”, complementa o especialista.
Segundo Zeferino, a indústria vive hoje uma transição necessária: a passagem da logística emergencial para a ultraexpressa.
Enquanto a primeira é reativa, um “extintor de incêndio” usado após a parada, a logística ultraexpressa é um pilar de planejamento integrado.
“A importância para a indústria está em substituir o estoque físico pela velocidade e precisão. Não é apenas um frete rápido; é uma ferramenta de gestão que garante que a ‘orquestra invisível’ da produção nunca pare de tocar, transformando o caos da urgência em previsibilidade operacional”, define o CCO.
Peso do custo Brasil
O prejuízo operacional é agravado, da mesma forma, por um gargalo estrutural mais amplo.
Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o chamado “Custo Brasil” é um conjunto de dificuldades e ineficiências.
Elas incluem logística precária, burocracia excessiva, juros altos e impostos complexos que drenam cerca de R$ 1,7 trilhão por ano das empresas.
E acabam travando a competitividade do País.
Globalmente, o prejuízo, em resumo, é ainda mais latente.
Relatório ‘The True Cost of Downtime’, da Siemens, aponta que paradas não planejadas podem comprometer até 11% do faturamento anual das maiores corporações do mundo, custando mais de US$ 500 mil por hora.
No setor automotivo, esse custo disparou, tornando-se 1,5 vez mais caro do que há cinco anos.
Logística como ferramenta do CEO
Para além do modal aéreo ou rodoviário, a McKinsey revela em estudo de janeiro que as interrupções colocam em risco até 20% do custo das mercadorias vendidas (COGS).
A recomendação da consultoria é clara: o sucesso depende de sistemas logísticos que consigam “sentir e adaptar” a cadeia em tempo real.
É neste elo crítico, portanto, que a Prestex atua.
Operando 24/7, a companhia coordena o transporte de cargas urgentes em todo o Brasil, transformando o caos logístico em previsibilidade.
“A McKinsey mostra que o sucesso industrial hoje depende de agilidade e estratégia. Nesse contexto, a Prestex deixa de ser apenas transporte e passa a ser uma ferramenta de resiliência financeira para o CEO”, explica Zeferino.
Sobre a Prestex
Especializada em logística ultraexpressa B2B, atende, em primeiro lugar, a todos os segmentos da Indústria de Transformação.
A Prestex conecta, da mesma forma, modais, e coordena operações críticas 24 horas, sete dias por semana.
Com foco em setores de alta complexidade, como automotivo, máquinas e eletrônicos, a empresa atua como uma extensão estratégica das operações industriais.
Garantindo, com isso, a sincronização produtiva e, em conclusão, a proteção do faturamento de seus clientes.
