Mara Gabrilli, senadora do ABCD, dá mais um passo essencial pelas pessoas com deficiência

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Joaquim Alessi

“Não sou a mesma pessoa depois de testar esse equipamento! Nos últimos três dias estive em missão nos EUA, onde testei o Atalante, um exoesqueleto que funciona como um suporte para que pessoas com paralisia possam ficar de pé, se moverem multidirecionalmente e com braços livres.”

O texto é da senador pelo ABCD, Mara Gabrilli, em suas redes sociais, publicado nesta sexta-feira (28.04).

Tetraplégica desde 1994, quando sofreu acidente da carro, há mais de 28 anos Mara não tinha movimentos abaixo do pescoço.

Lutadora incansável, sua mais recente conquista foi utilizar esse exoesqueleto.

Mas, ela escreveu mais:

“Nosso objetivo agora é concretizar uma parceria para o compartilhamento dessa tecnologia no Brasil. Estou MUITO feliz com os resultados dos testes. São 28 anos desafiando a inércia e a gravidade desde que quebrei o pescoço.”

Texto completo no site dela

“Em missão de três dias em Nova York, EUA, senadora conheceu o equipamento e identificou a possibilidade de fortalecer o atendimento de milhões de brasileiros com deficiência motora. Objetivo é efetivação de possível parceria para compartilhamento da tecnologia no Brasil

A senadora Mara Gabrilli (PSD-SP) esteve durante três dias nos Estados Unidos para conhecer uma revolucionária tecnologia voltada para reabilitação de pessoas com deficiência. Trata-se de um exoesqueleto batizado de Atalante que funciona como um suporte para que pessoas com algum tipo de paralisia possam ficar de pé, eretas, e se moverem de maneira multidirecional e com braços livres.

Mara, que ficou tetraplégica aos 26 anos após um acidente de carro, é entusiasta das possibilidades advindas da tecnologia assistiva. A senadora fez muitos anos de fisioterapia e exercícios físicos diários para conseguir, 21 anos depois, a recuperação parcial dos movimentos nos braços. O resultado desta dedicação é a habilidade de pilotar a própria cadeira de rodas sem a necessidade de alguém que a empurre.”

Custo é complicador

Mas, hoje, esse equipamento tem o custo de aproximadamente R$ 900 mil.

Especialistas na área, porém, alertam, acima de tudo, que, podendo ser produzido no Brasil, ele teria o custo bastante reduzido.

Mara deu o pontapé inicial para esse trabalho, que espera-se, em conclusão, sela ampliado pelas autoridades de Saúde.

Assista ao vídeo:

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