Moeda Verde chega à comunidade Lamartine, no Jardim Santo André

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Ana Carolina fala sobre o Moeda Verde. Fotos: Angelo Baima e Susi Elena/PMSA e Semasa

A Prefeitura de Santo André, por meio do Banco de Alimentos do Fundo Social de Solidariedade, e o Semasa (Serviço Municipal de Saneamento Ambiental de Santo André) iniciaram nesta quinta-feira (17.06) as trocas do programa Moeda Verde junto ao núcleo Lamartine, no Jardim Santo André.

A ação é parte da programação especial do Junho Verde.

Contou com a presença do prefeito Paulo Serra, da primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Ana Carolina Barreto Serra, do vice-prefeito, Luiz Zacarias, e do superintendente do Semasa, Gilvan Junior.

Reivindicação antiga

“Atendemos hoje reivindicação antiga do Jardim Santo André”, afirmou a primeira-dama e presidente do Fundo Social de Solidariedade, Ana Carolina Barreto Serra.

E prosseguiu: “Iniciativas como o Moeda Verde permitem não só trazer dignidade, mas também trocar o lixo reciclável.”

Para concluir: “O programa permite dar destinação correta aos resíduos e ainda levar alimento de qualidade para as pessoas.”

Na estreia na nova comunidade, a 16ª do programa, a população entregou 287,7 quilos de resíduos recicláveis.

Em troca, foram distribuídos 57,5 quilos de tomate, batata-doce, melão e limão, além de alface e catalônia.

No local, a expectativa do Semasa é impactar aproximadamente quatro mil pessoas.

A dona de casa Maria Aparecida Lopes, de 53 anos, e que há 19 reside na comunidade, incentivou vizinhos e amigos a participar desta primeira troca.

“É uma iniciativa muito importante, porque deixa a cidade limpa e ajuda as pessoas aqui da comunidade”, disse.

E acrescentou: “É uma coisa que a gente joga fora (o lixo) e se podemos trocar por comida, isso é muito bom porque não está fácil pra ninguém”.

A iniciativa, lançada em 2017, tem a perspectiva de chegar a outros cinco núcleos, como Maurício de Medeiros e Haras (Chácara Baronesa).

Além disso, o formato do programa e seus objetivos estão integrados às premissas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas.

Também faz parte do compromisso municipal pelas Cidades Sustentáveis.

“O Moeda Verde é parte importante do Plano de Metas e queremos chegar a 30 comunidades até o fim de 2024”, explica o superintendente do Semasa, Gilvan Junior.

Paisagem

O Moeda Verde também já ajudou, além disso, a transformar a paisagem urbana de alguns núcleos.

Locais antes pontos de descarte irregular de lixo foram revitalizados.

E ganharam novos usos, como pequenas praças e áreas de estacionamento.

Foram cinco pontos de descarte eliminados, acima de tudo.

Isso garantiu, em conclusão, economia de aproximadamente R$ 2 milhões aos cofres públicos.

Além disso, foi viabilizada a construção de três novas Estações de Coleta: Utinga, Jardim Irene e Tamarutaca.

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