Eduardo Leite questiona Prefeitura de Santo André sobre plano de emergências climáticas

In ABCD On
Vereador Eduardo Leite

O parlamentar aponta, acima de tudo, ações de extrema importância para a prevenção e enfrentamento a catástrofes ambientais

O vereador e pré-candidato a prefeito de Santo André, Eduardo Leite, encaminhou documento à Prefeitura com indagações, em primeiro lugar, sobre o quanto a cidade está preparada para gerenciar uma possível emergência climática.

“As cidades precisam ter visão de futuro. É claro que não queremos e nem gostamos de imaginar uma catástrofe em nossa cidade como aconteceu no estado do Rio Grande do Sul, mas, diante toda a crise climática que estamos vivendo, ignorar possíveis tragédias é dar as costas às prevenções e sofrer as consequências, e não é isso que queremos”, disse, em resumo, Leite.

Especialistas alertam sobre a multiplicação de eventos extremos, que se tornarão mais frequentes no Brasil.

Isso, tendo em vista ainda as enchentes históricas, incêndios florestais recordes, ondas de calor sem precedentes e secas.

Chuvas extremas triplicaram

Segundo o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia), a Grande São Paulo triplicou a frequência de chuvas extremas, entre a primeira e a segunda década do século (2001-2010 e 2011-2020).

Segundo o órgão, os temporais acima de 100 milímetros passaram de dois para sete dias a cada dez anos.

Já as precipitações fortes, acima de 80 milímetros, foram de nove para 16 dias. Um milímetro de chuva equivale a um litro de água por metro quadrado.

Uma das perguntas de Eduardo Leite à Prefeitura de Santo André diz respeito à existência ou não de um programa emergencial de prevenção e enfrentamento de desastres relacionados a emergências climáticas, eventos extremos e acidentes ambientais.

O documento também questiona se há uma política permanente elaborada que contenha um fundo de recursos financeiros, reforço orçamentário e retirada de moradores que se encontram em áreas de risco.

Orçamento para prevenção e detalhe de investimentos também são, da mesma forma, questionados.

“É necessário nos prepararmos à resposta da natureza. As cidades precisam contar com planos estruturados e capazes de enfrentar com inteligência uma situação de ‘desastre natural’”, disse, em conclusão, Leite.

You may also read!

Carnaval de São Paulo se consolida e movimento garante faturamento de R$ 4 bilhões para o Turismo

Balanço parcial da Federação de Hotéis e Restaurantes do Estado de São Paulo (Fhoresp) estima, em primeiro lugar, injeção

Read More...

GCM de São Bernardo embarga construção por movimentação irregular de terra no Montanhão após denúncia

Obra foi paralisada e responsável terá 48 horas para retirar entulho e aguardar, além disso, autorização da Secretaria de

Read More...

Videomonitoramento da GCM flagra pichação em passarela no Centro de São Bernardo e responsável é multada em mais de R$ 9 mil

Sistema identificou a pichação na Passarela Rubens Pasin, no Paço Municipal; ocorrência foi enquadrada como crime ambiental e registrada

Read More...

Leave a reply:

Your email address will not be published.

Mobile Sliding Menu