Praça Figueira das Lágrimas agora é só alegria

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Árvores das Lágrimas

A árvore mais antiga da cidade de São Paulo vive no Sacomã, praticamento na divisa com São Caetano do Sul e o ABCD. A Ficus organensis, que dá nome à Estrada das Lágrimas, teve seu berço revitalizado pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Subprefeitura Ipiranga, a partir de emenda parlamentar do vereador Gilberto Natalini (PV). A área de 100 m² da Praça Figueira das Lágrimas recebeu a instalação de banco, refletores, pintura, graffiti e plantios, valorizando, assim, a preservação do patrimônio histórico. Vale destacar que as placas de bronze com poemas sobre a árvore foram reproduzidas na nova praça.

Hoje, 30 de janeiro, é o Dia da Saudade, e a árvore das lágrimas é o símbolo máximo do tema em nossa região, presente, inclusive, no hino do Ipiranga. Era lá que, décadas atrás, familiares se despediam daqueles que rumavam ao litoral, assim como ocorreu com os voluntários da pátria, que lutaram por nosso país na Guerra do Paraguai.

De volta ao presente, a Figueira passará, ainda este ano, por estudos objetivando sua manutenção fitossanitária. Vale destacar que, em 2019, suas raízes foram objeto de análise pelo Instituto de Pesquisas Tecnológicas.

“Historiadores afirmam que Dom Pedro I descansou sob a sombra da figueira. Entregamos à população a possibilidade de interagir com a história viva do Ipiranga e do Brasil. É mais uma mostra de como a gestão do prefeito Bruno Covas se preocupa com a aproximação do bicentenário da Independência”, destacou Caio Luz, subprefeito do Ipiranga.

No Diário Oficial de hoje, a Subprefeitura Ipiranga publicou Chamamento Público objetivando Termo de Cooperação com representantes da sociedade civil, interessados em realizar a conservação, limpeza e manutenção da praça. Com isso, a Regional visa contribuir para o destaque do elemento arbóreo histórico; auxiliar na diminuição do déficit das áreas verdes da região; propiciar um espaço público de qualidade, que agregue bem estar aos transeuntes; manter a memória afetiva do espaço; e incentivar a contemplação da história viva desta região. 

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