Levantamento aponta também, acima de tudo, que a cidade foi líder em lançamentos e ofertas na região
Santo André liderou a venda, lançamentos e oferta de imóveis residenciais no ABCD durante o primeiro trimestre de 2026, segundo a mais recente “Pesquisa do Mercado Imobiliário” divulgada pelo Secovi-SP (Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo).
As vendas, com 1.070 unidades entregues, indicam, em primeiro lugar, que 47,4% do total de imóveis comercializados na região foram no território andreense.
Isso gerou, em suma, um equivalente de R$ 454,7 milhões no valor global de vendas (VGV) registrado.
A cidade ficou, além disso, na terceira posição no ranking geral de 41 municípios pesquisados na Região Metropolitana de São Paulo (sem contar a capital), Baixada Santista, e Interior, apenas atrás de São José do Rio Preto (1.591) e Sorocaba (1.322).
“Os números mostram que Santo André está vivendo um momento muito positivo na atração de investimentos e no desenvolvimento do mercado imobiliário. Ser líder em vendas, lançamentos e oferta de imóveis no ABC é resultado de um ambiente de negócios mais moderno, ágil e desburocratizado. Estamos trabalhando para facilitar a vida de quem quer investir na cidade, sem abrir mão do planejamento e da qualidade urbana. E esse crescimento também se transforma em oportunidades para a população, com mais empregos, qualificação profissional e geração de renda”, afirma, em resumo, o prefeito, Gilvan Ferreira.
São Bernardo teve, por eexemplo, vendas de 574 imóveis (14ª posição no ranking).
Em Diadema, foram, da mesma forma, 339 unidades vendidas, colocando a cidade no 21º lugar.
São Caetano registrou 221 vendas e ficou na 25ª colocação. Mauá, na 35ª posição, teve 61 imóveis residenciais vendidos.
Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra não aparecem na pesquisa.
Lançamentos
A liderança de Santo André também foi apontada, além disso, nos dados do recorte de lançamentos realizados no ABCD no primeiro trimestre deste ano na mesma pesquisa do Secovi-SP.
Foram lançados, portanto, 649 imóveis residenciais, posicionando a cidade na oitava posição no ranking dos 41 municípios pesquisados no estado de São Paulo.
O valor global lançado (VGL) das unidades andreenses foi, acima de tudo, de R$ 187,3 milhões.
Nas cidades vizinhas, os lançamentos foram os seguintes: Diadema, 401; São Caetano, 214; São Bernardo,192; Mauá, 28. Do total de 1.484 imóveis residenciais lançados nos três primeiros meses do ano no ABCD, Santo André respondeu por 43,7%.
No quesito de oferta de imóveis residenciais, com 1.922 unidades, a liderança regional também ficou com Santo André.
Do total ofertado na região de 4.657 imóveis, 41,2% foram na cidade. As ofertas em São Bernardo foram de 1.435 unidades.
Diadema teve 728, Mauá 325 e São Caetano do Sul 247 ofertas.
A pesquisa completa da pesquisa “Panorama do Mercado Imobiliário” Secovi-SP está disponível no endereço https://secovi.com.br/wp-content/uploads/2026/07/202605-pmi.pdf
Desburocratização
Um dos fatores que explica o aquecimento do mercado imobiliário na cidade é o ambiente favorável de negócios, impulsionado pela desburocratização na cidade.
Em março de 2020, a Prefeitura de Santo André passou a contar, por exemplo, com a solução Acto, por meio do programa Obra Fácil.
Todo o licenciamento de obras particulares na cidade é efetuado através do sistema, onde o usuário tem acesso à autorização para execução de construção, reforma, ampliação, regularização, emissão de certificado de conclusão (Habite-se), entre outros serviços de forma prática e 100% online, além de atendimento técnico via suporte. Mais informações sobre a plataforma podem ser encontradas em: (https://www3.santoandre.sp.gov.br/portaldoempreendedor/index.php/licenciamento-obra-facil/).
Para o secretário de Desenvolvimento e Geração de Emprego de Santo André, Evandro Banzato, os números apresentados pelo Secovi-SP atestam que a política de desenvolvimento econômico na cidade se mostra acertada. “Os números de lançamentos, de vendas e ofertas de imóveis residenciais mostram que a cidade tem potencial para desenvolver um mercado imobiliário vigoroso na região. Isso é resultado de um trabalho constante do poder público de apresentar ao empreendedor que quer investir na cidade uma estrutura simples, ágil e moderna que desburocratiza processos, como o Programa Obra Fácil e a plataforma do Sistema Acto, voltados exclusivamente ao setor da construção civil e imobiliário”, diz Banzato.
Emprego
A expansão da construção civil tem impactado positivamente também a geração de emprego em Santo André. No primeiro semestre, de acordo com dados do Novo Caged do Ministério do Trabalho, o segmento foi a segunda atividade econômica com maior oferta de novas vagas. O setor teve 5.635 admissões, com 1.176 novas oportunidades de trabalho.
Em julho, o Centro Público de Emprego, Trabalho e Renda (CPETR) da Prefeitura realizou o primeiro Feirão de Inclusão Produtiva e Emprego da Construção Civil, que ofertou mais de 350 oportunidades de emprego, com salários de R$ 2.000 a 3.000, nas empresas Construtora MGTEC, CTL Engenharia, Efex Empreiteira, Hoppe Ribeiro, Itaya, Laudo Construtora, MRV, Ponto Forte, Superpav, Temafe Engenharia, Tenda, Terwan e Versartil.
Além das oportunidades de emprego, a Prefeitura oferece, por meio de parceria entre a Escola de Ouro Andreense, Senai e Sebrae, cursos gratuitos de capacitação em áreas da construção civil.
Oportunidades de qualificação podem ser encontradas, em conclusão, no site: https://www.escoladeouro.com.br.
